quarta-feira, 29 de maio de 2013

ISSO NÃO É BOM...


ESTÁ NA WEB

 

 

Mais de 2 mil cidades ainda não têm plano municipal de Educação

Números do IBGE mostram que apenas 246 municípios criaram seus planos entre 2009 e 2011

Mais de 2 mil cidades ainda não têm plano municipal de Educação
 
João Bittar/MEC




Dos 5.5565 municípios existentes no Brasil, 2.181 não têm plano municipal de Educação. O número representa 39% das cidades do País. Os dados são de 2011 e fazem parte da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os números mostram ainda que o total de cidades que criaram seu plano entre 2009 e 2011 aumentou em 246. Em 2009, 3.138 (56% do total) tinham elaborado e aprovado o documento.
Hoje, do total de 3.384 cidades que têm plano, os dados do IBGE revelam que apenas 1.969 contemplam diretrizes para a Educação Especial. Além disso, 2.728 incluem em suas metas a Educação de Jovens e Adultos (EJA); 3.282 a Educação Infantil e 3.384, o Ensino Fundamental, etapa que, por lei, deve ser prioritariamente atendida pelo poder municipal.
Ainda em relação ao total, apenas 968 planos referem-se ao Ensino Médio; 527 ao Ensino Profissionalizante; 502 ao Ensino Superior; 980 à Educação Rural; 157 à Educação Indígena e, 628, à Educação Ambiental.
Legislação
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (veja aqui), os municípios estão incumbidos de “organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados”. Ou seja, o plano municipal deve ser proposto em consonância com o estadual e o federal.
Os estados, por sua vez, devem “elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de Educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus municípios”. A União é a responsável pela elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE), em regime de colaboração com os outros entes federados. O PNE tem a vigência de dez anos após a sua aprovação. Com três anos de atraso, a discussão da lei que estabelece o próximo PNE tramita no Senado, depois de ter sido aprovada na Câmara (para saber mais, clique aqui).
Implicações
Para especialistas, a ausência de um plano de Educação para o sistema municipal de ensino prejudica essencialmente a continuidade dos projetos e das políticas públicas. “O plano municipal é um instrumento de Estado, não de governo. Ele estrutura políticas públicas que duram muito mais do que o tempo de uma gestão”, explica Tatiana Bello coordenadora do Programa Melhoria da Educação no Município, coordenado pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) em parceria com a Fundação Itaú Social.
De acordo com ela, a maior dificuldade das prefeituras em elaborar seus planos de Educação está na falta de capacitação técnica. “Temos cerca de 70% de cidades com até 50 mil habitantes. Existem municípios muito pequenos no Brasil e que ainda não passaram por um processo de desenvolvimento técnico”, afirma. “Sabemos que muitas cidades contratam pessoas para fazerem os planos, o que pode ser um problema porque o documento resultante, às vezes, não diz nada sobre o município.”
Roberta Panico, diretora da Comunidade Educativa Cedac, a ausência de planos municipais é reflexo de uma cultura de planejamento deficiente no Brasil. “A Educação tem uma cultura de ideias inovadoras. Implementam-se programas e mais programas sem planejar”, explica.
Ela ressalta que não é por que uma cidade não tem um plano que ela não esteja investindo na Educação municipal. “Ter um plano facilita a clareza das metas, de onde se quer chegar. Caso contrário, os projetos ficam ‘patinando’”, afirma.
Discussão democrática
Tatiana, do Cenpec, afirma que o plano deve ser resultado de um processo de participação social e reflexão sobre as necessidades da Educação do município. “É preciso se ter um diagnóstico claro, que faça sentido para todos”, afirma.
Roberta concorda. “A elaboração de um plano deve ser discutida com os gestores sim, mas deve haver diálogo. Mesmo porque esse plano precisa chegar até o projeto político pedagógico de cada escola municipal”, considera.
Implementação
Segundo Tatiana, para que o plano saia do papel e realmente se torne realidade, impactando a qualidade da Educação de um município, são necessários monitoramento e controle. “Além disso, é preciso haver mobilização social. Precisamos de um pacto nacional que envolva todos os atores na melhoria da qualidade da Educação. Essa pauta precisa ganhar relevância para o desenvolvimento do País”, diz.

todospelaeducacao.org.br

terça-feira, 28 de maio de 2013

Educar o maior número de pessoas

Ainda sobre a ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE LÍQUIDA

Chama a atenção o dado que o entrevistado coloca de que mais de 150 milhões de pessoas da comunicade européia (UE) não tenham finalizado educação básica. Coloca-se a necessidade de expandir a educação permanente tendo em vista não somente a formação do cidadão, como também uma maior qualificação profissional para o mercado de trabalho.

A meu juízo os investimentos em educação devem sim direcionar além da universalização a qualificação não só dos docentes como de toda a estrutura, quer interna (como o previsto em qualquer planejamento) como  a externa, isto é, o ambiente externo que recepcionará o instruído.

A preparação desse ambiente externo, em outras palavras, o mundo, a sociedade, as empresas, a própria família, etc, ainda  não é assimilado pelo operadores da educação, pelas escolas e pelos órgão governamentais reguladores da educação. Porque será?? Temos que pensar nisso, pois também faz parte do processo educacional.

ATIVIDADE DOCENTE - ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE LÍQUIDA

Enquanto tivermos como foco e objetivo a formação do sujeito para o mercado de trabalho e as suas relações ecônomicas continuaremos e cada vez mais moldaremos a educação ou o processo de aprendizagem como um produto.
Com relação ao texto ESPAÇO PLURAL -ZYGMUNT BAUMAN: ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE LÍQUIDA, vejo que se pudermos resgatar valores morais que enaltecem e respeitem a pessoa humana e colocam as demais  questões do mundo em um segundo plano, mormente as questões econômicas, poderemos sim educar e formar um cidadão sem io viés mercantilista.

Enquanto o importante for o ter, o prazer e o poder, a pessoa humana, na sua mais intrínseca dignidade ficará num plano inferior. 

USP: MELHOR UNIVERSIDADE DA AMÉRICA LATINA

TEXTO EXTRAÍDO DA FOLHA DE S.PAULO



      A Universidade de São Paulo (USP) ficou em primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo no ranking britânico QS (Quacquarelli Symonds) para melhores universidades da América Latina. Das dez universidades mais bem classificadas do Brasil, oito são universidades públicas.
    A conclusão é de um ranking de instituições de ensino superior latino-americanas divulgado nesta terça-feira (28) pelo grupo britânico, que faz listagens de universidades em todo o mundo. Este é o terceiro ano que o grupo realiza levantamento específico para América Latina.
    Entre as universidade públicas do país as mais bem colocadas estão: a Universidade de São Paulo (USP) que ficou em primeiro lugar, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou em terceiro, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em oitavo, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 11°, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) em 14°, a Universidade Federal do de São Paulo (Unifesp) em 17°, a Universidade de Brasíla (UnB) em 21° e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) 29°.
    As duas particulares melhores classificadas foram a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, que ficou em 18°, e a de São Paulo, em 28°. Confira na tabela abaixo, as posições das dez melhores universidades brasileiras.

ISTO NÃO MELHORA A EDUCAÇÃO

leiam a notícia....

IDEB

segunda-feira, 27 de maio de 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

NOVOS PROFESSORES

A notícia de que o MEC está preparando um novo programa para incentivar que estudantes de ensino média sigam a carreira de professor é muito benvinda.

Porém é necessário que sejam criados mecanismos a fim de que os estados e municípios efetivamente participem do programa. Senão pode acabar sendo mais um projeto a ficar apenas no papel e no campo das idéias.

NOTÍCIA SOBRE ATIVIDADE DOCENTE

Materia publicada no site de notícias G1 sobre atividade docente.

Leiam:


O Ministério da Educação prepara um programa de incentivo para que os jovens do ensino médio possam seguir carreira acadêmica na área de ciências ou se tornar professor de educação básica, principalmente nas áreas de matemática, química, física e biologia. Segundo o MEC, o programa terá como meta atender 100 mil estudantes do ensino médio, além de 10 mil de alunos graduação em cursos de licenciatura.
Serão incorporados ao programa os estudantes medalhistas das olimpíadas de matemática e de língua portuguesa, entre outras. Universidades e centros de pesquisa vão oferecer bolsas de incentivo a estudantes do ensino médio e a professores da educação básica, e a professores, pesquisadores e alunos de universidades. Os professores que participarem do programa terão direito a bolsas e poderão ser incluídos em programas de formação e pesquisa.
O programa vai oferecer pós-graduação em universidades federais e particulares para professores de escolas públicas do ensino médio. Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (2) pela "Folha de S. Paulo", o programa vai atrelar o diploma de pós e um aumento no salário ao bom desempenho dos alunos do professor formado. O MEC, no entanto, diz que isso é uma decisão dos estados e municípios, e que não tem gerência na carreira docente de escolas da educação básica.
O coordenador do programa, Mozart Neves Ramos, disse ao G1 que ainda falta definir como será feita esta avaliação do desempenho dos alunos. "O principal objetivo é tornar atrativa a carreira do magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser professor. O país precisa reverter essa situação", diz o coordenador.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O PORTUGUÊS E A INTERNET

    Em recente pesquisa divulgada nesta semana constatou-se que o português é a 5ª língua mais usada na WEB com cerca de 83 milhões de pessoas.
    A língua  portuguesa poderá brevemente subir de posição visto que há uma forte tendência de expansão da Internet nos países em que esta língua é falada. O Brasil com população aproximando-se da casa dos 200 milhões de habitantes possui uma demanda reprimida de internet, que com a melhora da renda da população, da oferta de banda larga e da infraestrutura poderá colocar a língua portuguesa em maior evidência na WEB.

MUNDO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

     Vivemos num mundo em constante transformação. A transformação no mundo atual caminha em velocidade muito alta.
     As transformações nas últimas três décadas ganharam uma dimensão quase geométrica. Isto deve-se muito ao advento e desenvolvimento da informática e demais ferramentas de TI.