segunda-feira, 24 de junho de 2013
LUTA
Hoje após gastar em Lan House, solicitar empréstimos, ir a laboratórios com alguns minutos para trabalhar e muita luta e persistência consegui um computador para trabalhar de forma mais efetiva.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
TEMOS QUE CONHECER OS DADOS PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO
Um passo importante para melhorarmos a qualidade da educação é conhecer os dados. Desde os dados estatísticos diretos mais importantes até dados periféricos que tem influência indireta na educação.
ALGUNS DADOS
ALGUNS DADOS
quinta-feira, 6 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
ISSO NÃO É BOM...
ESTÁ NA WEB
Mais de 2 mil cidades ainda não têm plano municipal de Educação
Números do IBGE mostram que apenas 246 municípios criaram seus planos entre 2009 e 2011
João Bittar/MEC
Dos 5.5565 municípios existentes no Brasil, 2.181 não têm plano
municipal de Educação. O número representa 39% das cidades do País. Os
dados são de 2011 e fazem parte da Pesquisa de Informações Básicas
Municipais (Munic) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
Os números mostram ainda que o total de cidades que criaram seu plano
entre 2009 e 2011 aumentou em 246. Em 2009, 3.138 (56% do total) tinham
elaborado e aprovado o documento.
Hoje, do total de 3.384 cidades que têm plano, os dados do IBGE revelam
que apenas 1.969 contemplam diretrizes para a Educação Especial. Além
disso, 2.728 incluem em suas metas a Educação de Jovens e Adultos (EJA);
3.282 a Educação Infantil e 3.384, o Ensino Fundamental, etapa que, por
lei, deve ser prioritariamente atendida pelo poder municipal.
Ainda em relação ao total, apenas 968 planos referem-se ao Ensino
Médio; 527 ao Ensino Profissionalizante; 502 ao Ensino Superior; 980 à
Educação Rural; 157 à Educação Indígena e, 628, à Educação Ambiental.
Legislação
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (veja aqui),
os municípios estão incumbidos de “organizar, manter e desenvolver os
órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino,
integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos
Estados”. Ou seja, o plano municipal deve ser proposto em consonância
com o estadual e o federal.
Os estados, por sua vez, devem “elaborar e executar políticas e planos
educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de
Educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus
municípios”. A União é a responsável pela elaboração do Plano Nacional
de Educação (PNE), em regime de colaboração com os outros entes
federados. O PNE tem a vigência de dez anos após a sua aprovação. Com
três anos de atraso, a discussão da lei que estabelece o próximo PNE
tramita no Senado, depois de ter sido aprovada na Câmara (para saber
mais, clique aqui).
Implicações
Para especialistas, a ausência de um plano de Educação para o sistema
municipal de ensino prejudica essencialmente a continuidade dos projetos
e das políticas públicas. “O plano municipal é um instrumento de
Estado, não de governo. Ele estrutura políticas públicas que duram muito
mais do que o tempo de uma gestão”, explica Tatiana Bello coordenadora
do Programa Melhoria da Educação no Município, coordenado pelo Centro de
Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) em
parceria com a Fundação Itaú Social.
De acordo com ela, a maior dificuldade das prefeituras em elaborar seus
planos de Educação está na falta de capacitação técnica. “Temos cerca
de 70% de cidades com até 50 mil habitantes. Existem municípios muito
pequenos no Brasil e que ainda não passaram por um processo de
desenvolvimento técnico”, afirma. “Sabemos que muitas cidades contratam
pessoas para fazerem os planos, o que pode ser um problema porque o
documento resultante, às vezes, não diz nada sobre o município.”
Roberta Panico, diretora da Comunidade Educativa Cedac, a ausência de
planos municipais é reflexo de uma cultura de planejamento deficiente no
Brasil. “A Educação tem uma cultura de ideias inovadoras.
Implementam-se programas e mais programas sem planejar”, explica.
Ela ressalta que não é por que uma cidade não tem um plano que ela não
esteja investindo na Educação municipal. “Ter um plano facilita a
clareza das metas, de onde se quer chegar. Caso contrário, os projetos
ficam ‘patinando’”, afirma.
Discussão democrática
Tatiana, do Cenpec, afirma que o plano deve ser resultado de um
processo de participação social e reflexão sobre as necessidades da
Educação do município. “É preciso se ter um diagnóstico claro, que faça
sentido para todos”, afirma.
Roberta concorda. “A elaboração de um plano deve ser discutida com os
gestores sim, mas deve haver diálogo. Mesmo porque esse plano precisa
chegar até o projeto político pedagógico de cada escola municipal”,
considera.
Implementação
Segundo Tatiana, para que o plano saia do papel e realmente se torne
realidade, impactando a qualidade da Educação de um município, são
necessários monitoramento e controle. “Além disso, é preciso haver
mobilização social. Precisamos de um pacto nacional que envolva todos os
atores na melhoria da qualidade da Educação. Essa pauta precisa ganhar
relevância para o desenvolvimento do País”, diz.
todospelaeducacao.org.br
terça-feira, 28 de maio de 2013
Educar o maior número de pessoas
Ainda sobre a ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE
LÍQUIDA
Chama a atenção o dado que o entrevistado coloca de que mais de 150 milhões de pessoas da comunicade européia (UE) não tenham finalizado educação básica. Coloca-se a necessidade de expandir a educação permanente tendo em vista não somente a formação do cidadão, como também uma maior qualificação profissional para o mercado de trabalho.
A meu juízo os investimentos em educação devem sim direcionar além da universalização a qualificação não só dos docentes como de toda a estrutura, quer interna (como o previsto em qualquer planejamento) como a externa, isto é, o ambiente externo que recepcionará o instruído.
A preparação desse ambiente externo, em outras palavras, o mundo, a sociedade, as empresas, a própria família, etc, ainda não é assimilado pelo operadores da educação, pelas escolas e pelos órgão governamentais reguladores da educação. Porque será?? Temos que pensar nisso, pois também faz parte do processo educacional.
Chama a atenção o dado que o entrevistado coloca de que mais de 150 milhões de pessoas da comunicade européia (UE) não tenham finalizado educação básica. Coloca-se a necessidade de expandir a educação permanente tendo em vista não somente a formação do cidadão, como também uma maior qualificação profissional para o mercado de trabalho.
A meu juízo os investimentos em educação devem sim direcionar além da universalização a qualificação não só dos docentes como de toda a estrutura, quer interna (como o previsto em qualquer planejamento) como a externa, isto é, o ambiente externo que recepcionará o instruído.
A preparação desse ambiente externo, em outras palavras, o mundo, a sociedade, as empresas, a própria família, etc, ainda não é assimilado pelo operadores da educação, pelas escolas e pelos órgão governamentais reguladores da educação. Porque será?? Temos que pensar nisso, pois também faz parte do processo educacional.
ATIVIDADE DOCENTE - ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE LÍQUIDA
Enquanto
tivermos como foco e objetivo a formação do sujeito para o mercado de
trabalho e as suas relações ecônomicas continuaremos e cada vez mais
moldaremos a educação ou o processo de aprendizagem como um produto.
Com relação ao texto ESPAÇO PLURAL -ZYGMUNT
BAUMAN: ENTREVISTA SOBRE A EDUCAÇÃO. DESAFIOS PEDAGÓGICOS E MODERNIDADE
LÍQUIDA, vejo que se pudermos resgatar valores morais que enaltecem e
respeitem a pessoa humana e colocam as demais questões do mundo em um
segundo plano, mormente as questões econômicas, poderemos sim educar e
formar um cidadão sem io viés mercantilista.
Enquanto o importante for o ter, o prazer e o poder, a pessoa humana, na sua mais intrínseca dignidade ficará num plano inferior.
Enquanto o importante for o ter, o prazer e o poder, a pessoa humana, na sua mais intrínseca dignidade ficará num plano inferior.
USP: MELHOR UNIVERSIDADE DA AMÉRICA LATINA
TEXTO EXTRAÍDO DA FOLHA DE S.PAULO
A Universidade de São Paulo (USP) ficou em primeiro lugar pelo terceiro
ano consecutivo no ranking britânico QS (Quacquarelli Symonds) para
melhores universidades da América Latina. Das dez universidades mais bem
classificadas do Brasil, oito são universidades públicas.
A conclusão é de um ranking de instituições
de ensino superior latino-americanas divulgado nesta terça-feira (28)
pelo grupo britânico, que faz listagens de universidades em todo o
mundo. Este é o terceiro ano que o grupo realiza levantamento específico
para América Latina.
Entre as universidade públicas do país as mais bem colocadas estão: a
Universidade de São Paulo (USP) que ficou em primeiro lugar, a
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou em terceiro, a
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em oitavo, a Universidade
Estadual Paulista (Unesp) em 11°, a Universidade Federal do Rio Grande
do Sul (UFRS) em 14°, a Universidade Federal do de São Paulo (Unifesp)
em 17°, a Universidade de Brasíla (UnB) em 21° e a Universidade Federal
de São Carlos (UFSCar) 29°.
As duas particulares melhores classificadas foram a Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro, que ficou em 18°, e a de São
Paulo, em 28°. Confira na tabela abaixo, as posições das dez melhores
universidades brasileiras.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
abordagem sobre a atividade do professor
segue o texto de autoria de Daisy Moreira Cunha e Wanderson Ferreira Alves sobre a atividade do professor.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
NOVOS PROFESSORES
A notícia de que o MEC está preparando um novo programa para incentivar que estudantes de ensino média sigam a carreira de professor é muito benvinda.
Porém é necessário que sejam criados mecanismos a fim de que os estados e municípios efetivamente participem do programa. Senão pode acabar sendo mais um projeto a ficar apenas no papel e no campo das idéias.
Porém é necessário que sejam criados mecanismos a fim de que os estados e municípios efetivamente participem do programa. Senão pode acabar sendo mais um projeto a ficar apenas no papel e no campo das idéias.
NOTÍCIA SOBRE ATIVIDADE DOCENTE
Materia publicada no site de notícias G1 sobre atividade docente.
Leiam:
Leiam:
O Ministério da Educação
prepara um programa de incentivo para que os jovens do ensino médio
possam seguir carreira acadêmica na área de ciências ou se tornar
professor de educação básica, principalmente nas áreas de matemática,
química, física e biologia. Segundo o MEC, o programa terá como meta
atender 100 mil estudantes do ensino médio, além de 10 mil de alunos
graduação em cursos de licenciatura.
Serão incorporados ao programa os estudantes medalhistas das olimpíadas
de matemática e de língua portuguesa, entre outras. Universidades e
centros de pesquisa vão oferecer bolsas de incentivo a estudantes do
ensino médio e a professores da educação básica, e a professores,
pesquisadores e alunos de universidades. Os professores que participarem
do programa terão direito a bolsas e poderão ser incluídos em programas
de formação e pesquisa.
O programa vai oferecer pós-graduação em universidades federais e
particulares para professores de escolas públicas do ensino médio.
Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (2) pela "Folha de S.
Paulo", o programa vai atrelar o diploma de pós e um aumento no salário
ao bom desempenho dos alunos do professor formado. O MEC, no entanto,
diz que isso é uma decisão dos estados e municípios, e que não tem
gerência na carreira docente de escolas da educação básica.
O coordenador do programa, Mozart Neves Ramos, disse ao G1
que ainda falta definir como será feita esta avaliação do desempenho
dos alunos. "O principal objetivo é tornar atrativa a carreira do
magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser
professor. O país precisa reverter essa situação", diz o coordenador.
terça-feira, 14 de maio de 2013
O PORTUGUÊS E A INTERNET
Em recente pesquisa divulgada nesta semana constatou-se que o português é a 5ª língua mais usada na WEB com cerca de 83 milhões de pessoas.
A língua portuguesa poderá brevemente subir de posição visto que há uma forte tendência de expansão da Internet nos países em que esta língua é falada. O Brasil com população aproximando-se da casa dos 200 milhões de habitantes possui uma demanda reprimida de internet, que com a melhora da renda da população, da oferta de banda larga e da infraestrutura poderá colocar a língua portuguesa em maior evidência na WEB.
A língua portuguesa poderá brevemente subir de posição visto que há uma forte tendência de expansão da Internet nos países em que esta língua é falada. O Brasil com população aproximando-se da casa dos 200 milhões de habitantes possui uma demanda reprimida de internet, que com a melhora da renda da população, da oferta de banda larga e da infraestrutura poderá colocar a língua portuguesa em maior evidência na WEB.
MUNDO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Vivemos num mundo em constante transformação. A transformação no mundo atual caminha em velocidade muito alta.
As transformações nas últimas três décadas ganharam uma dimensão quase geométrica. Isto deve-se muito ao advento e desenvolvimento da informática e demais ferramentas de TI.
As transformações nas últimas três décadas ganharam uma dimensão quase geométrica. Isto deve-se muito ao advento e desenvolvimento da informática e demais ferramentas de TI.
domingo, 5 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
REFLEXÕES SOBRE ATIVIDADE DOCENTE
Publicarei nos próximos dias algumas reflexões sobre a atividade docente e sobre educação.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Proposta Pedagógica para o Ensino Médio Politécnico e Educação Profissional Integrada ao Ensino Médio 2011-2014
A Proposta Pedagógica para o Ensino Médio no Rio Grande do Sul para o período 2011-2014 é válida e legítima e tem por objetivo melhorar as condições educacionais do Ensino Médio Público, e por esse objetivo merece aplausos. Porem o Assunto Educação é muito mais sério e amplo que um plano pedagógico e uma política de governo. A educação de um modo geral e principalmente a educação pública deveriam ser encaradas, planejadas e explicitadas como uma política de Estado, sem data de validade, com a absorção de múltiplas idéias e a participam (na formulação de política educacional) dos mais variados segmentos da sociedade.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
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